SÉRIE A - 16/04/2018 22:21 (atualizado em 17/04/2018 08:35)

Alerta ligado: defesa da Chapecoense sofre 13 gols nos últimos cinco jogos

Média de 2,6 tentos nas últimas partidas deixa comissão técnica atenta para sequência de 2018
Comente agora!
Recomendar correção
Obrigado pela colaboração!

A pior estreia em Campeonatos Brasileiros, levando 5 a 1 do Atlético-PR, deixou o torcedor da Chapecoense preocupado. A frustração aumentou porque o time vem da perda do título do Campeonato Catarinense, em casa, para o Figueirense por 2 a 0. O Verdão do Oeste levou 13 gols nos últimos cinco partidas - oito no segundo tempo e cinco no primeiro -, quase três gols a cada 90 minutos. Inexplicável para a defesa que vinha de nove jogos sem ser vazada.

– Foi um jogo atípico. O Campeonato Brasileiro é muito difícil e desde o tempo que eu jogo é complicado atuar lá. Além do gramado (sintético), o time deles atua de uma forma diferente, com todo mundo defendendo e atacando ao mesmo tempo. Vamos conversar com o grupo. Talvez a gente tenha que ser proteger mais e jogar no erro do adversário. Domingo vamos buscar a vitória para que tudo volte à normalidade – afirmou o atual gerente de futebol e ex-goleiro da Chapecoense, Nivaldo.

As mudanças no time titular promovidas pelo técnico Gilson Kleina em relação à partida contra o Figueira, na final, poderiam ser uma explicação. Mas na sequência sem levar gols, a Chape também mudou bastante. Inclusive, a série invicta teve início com a dupla Fabrício Bruno e Douglas na zaga e terminou com Rafael Thyere e Nery Bareiro, que ficaram mais tempo sem serem vazados.

O esquema 4-3-3, usado contra o Atlético-PR, também esteve em algumas partidas da série invicta da defesa. Na maioria das vezes que isso aconteceu, Wellington Paulista e Guilherme tiveram um terceiro jogador: Osman, Nadson ou Arthur Caíke. O técnico ainda fez mudanças entre Apodi e Eduardo, na lateral direita, e Bruno Pacheco e Vinícius Freitas na esquerda. No meio, a formação que mais atuou na sequência teve Amaral, Márcio Araújo e Amaral.

– A derrota não passou pelos três atacantes. Tivemos uma formatação diferente para esse jogo. Neutralizamos no primeiro tempo. Eles têm muita movimentação, colocam os 10 jogadores no campo adversário e optam pelo contra-ataque mano a mano. Fazem bem as infiltrações. Levamos os últimos dois gols quando estávamos no 4-4-2. Fizemos o mais importante, que era sair na frente. Tomamos dois gols que têm que dar mérito ao adversário. Erramos, porque não encurtamos a origem da jogada – reconheceu Kleina.

Na volta para Chapecó, na tarde desta segunda-feira, a Chapecoense preservou os jogadores na chegada. O Verdão do Oeste retoma os trabalhos na terça-feira, quando começa a preparação para a partida diante do Vasco da Gama, no domingo às 16h, na Arena Condá.

Fonte: Diário Catarinense
Nenhum comentário enviado
:
Cadastro WH3
Clique aqui para se cadastrar
Carregando...