INTERCÂMBIO - 11/10/2017 16:06 (atualizado em 11/10/2017 16:19)

Grupo de alunos alemães no Brasil visitam pontos turísticos no Noroeste do Rio Grande do Sul

Alunos estiveram em Ametista do Sul e Erval Seco, no Estado Gaúcho
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Em continuidade à cobertura da passagem dos alunos alemães que estão no Brasil para intercâmbio, na terça-feira (10) foi a vez do aluno Gustavo Deike fazer o relato de como foi o dia junto com o grupo de jovens europeus em Maravilha. De acordo com o pastor Leandro Ristow, a cada dia um aluno brasileiro relata a experiência vivida com os intercambistas. Segue relato. 

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Foto: divulgação 
“Hoje (11),  o dia começou mais cedo do que de costume. Saímos às 6h30 de Maravilha com destino para Ametista do Sul/RS. O dia estava nublado e chuvoso, porém, deu para aproveitar os passeios. Primeiramente fizemos um passeio pelas minas de ametistas, onde entramos com um carrinho, e tivemos a nossa primeira experiência de falta de luz e a escuridão total dentro de uma mina. Logo após visitamos o museu de Ametista do Sul, no qual havia vários minerais de diferentes procedências do Brasil e até do exterior, inclusive fósseis. A partir do museu, nós entramos em outra mina, a qual era a primeira da propriedade, e que foi preservada e transformada em uma extensão do museu. Ali encontramos mais ametistas e uma adega subterrâneo onde são realizadas degustações de vinho e suco de uva, todos feitos em Ametista. Nos foi informado que o suco de uva feito ali é distribuído gratuitamente para as escolas, para a merenda escolar. Havia vários tipos de vinhos e de sucos para a venda também. Logo após isso, fomos conduzidos para uma grande loja onde pudemos adquirir pedras preciosas como lembranças e souvenires. 
Em seguida pudemos visitar uma mina que ainda está em atividade, inclusive com mineiros trabalhando. Eles falaram como é trabalhar em uma mina, como não é fácil, exige muito esforço e dedicação. Além disso, há muitos fatores que facilmente podem afetar a saúde mental e física dos trabalhadores. 
Foto: divulgação 

O guia desta mina nos fez passar por algumas experiências pelas quais os garimpeiros também passam quase que diariamente. A primeira experiência foi de escuridão total por alguns minutos. Não havia luz alguma, exceto em certos momentos, na qual o guia acendia uma vela. Cada garimpeiro carregava uma vela, por motivos de crença e fé em Deus e por segurança. 





Foto: divulgação 

A segunda experiência foi o barulho com o qual os trabalhadores têm que suportar todo o dia, esse som foi representado por uma broca, que emitia mais ou menos 125 decibéis, o que equivale à turbina de um avião decolando, o barulho de uma broca fica tão alto assim porque o espaço é fechado, portanto os trabalhadores precisam trabalhar com abafadores, e outros equipamentos de segurança, como máscaras, luvas antichoque, avental e botas de borracha. A terceira experiência foi sentir e ouvir como são feitas as explosões com pólvora. Não pudemos ver a explosão, mas a sentimos e ouvimos. 

Foto: divulgação 
À tarde, após o almoço, nós fomos a Erval Seco, visitar uma fábrica de erva-mate, onde foi explicado passo por passo como é o processo de industrialização da erva para o chimarrão. Até ela se transformar no pó que usamos para fazer o chimarrão, ela tem que ser moída, torrada, peneirada, entre outros processos para a venda. Nós também visitamos uma plantação de erva-mate. No final do dia a Paróquia Evangélica de Erval Seco nos presenteou com um saboroso café com diversas guloseimas. Em seguida retornamos para Maravilha”.

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Fonte: Rádio Líder FM / Nelcir DallAgnol
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