BRUCELOSE E TUBERCULOSE - 24/12/2016 09:22

Produtores da região recebem indenização por morte de animais

Segundo o gestor regional da Cidasc, Cláudio Trombeta, foram pagos mais de R$ 230 mil em indenização
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Os agropecuaristas do Extremo-Oeste que precisaram abater animais em decorrência da tuberculose e brucelose, serão ressarcidos com recursos do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa). O Fundesa é um fundo criado pelas cadeias de produção e genética da avicultura, suinocultura, pecuária de corte e pecuária de leite. O objetivo é complementar ações de desenvolvimento e defesa sanitária animal no Estado de Santa Catarina.

Legenda (Ascom ADR São Miguel): Só na região, foram 136 animais sacrificados em decorrência da doença

De acordo com o gestor regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Cláudio Trombeta, o Governo do Estado liberou quase R$ 2 milhões. “Esse recurso do Fundesa de R$ 1.722,371 que o Governo do Estado reportou para os produtores proprietários de animais que foram acometidos por brucelose ou tuberculose em toda Santa Catarina. No Oeste, na nossa região, o valor equivale a R$ 233 mil para os 22 municípios”, explica.

Santa Catarina é o estado brasileiro com a menor incidência de brucelose bovina. Com apenas 0,9% dos rebanhos infectados, o estado é classificado pelo Ministério da Agricultura como de “Risco Muito Baixo”. No Extremo-Oeste, foram mais de 100 animais acometidos pelas doenças. “No Estado foram mais de 800 animais indenizados. No Oeste, 136 animais, 24 acometidos por brucelose e 112 contaminados por tuberculose nos municípios de Descanso, Mondaí, Guaraciaba, São João do Oeste e Palma Sola”, declara Trombetta.

Os animais acometidos pela doença são abatidos sanitariamente. Por ser transmissível para os seres humanos, a presença de animais doentes nas propriedades rurais pode colocar em risco a saúde dos trabalhadores e suas famílias. O principal sintoma da brucelose nos bovinos é o aborto e a transmissão para os humanos acontece pelo contato com o feto e tecidos do aborto, ao limpar retenções de placenta, e também ingerindo leite cru e produtos derivados do leite sem pasteurização ou sem fervura. 

A Secretaria da Agricultura e a Cidasc indicam que os produtores usem luvas para trabalhar com os animais, principalmente em partos. Em caso de abortos nos animais, o produtor deve procurar a Cidasc para mais informações. 

Fonte: O Líder/ Inácio Rohden / Camila Pompeo
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