SANTA CATARINA - 14/02/2018 15:09

Polícia Civil de Santa Catarina atinge os resultados mais expressivos dos últimos anos

Foram cumpridos 422 ordens de busca e apreensão em 2017 expedidas pelo Poder Judiciário
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Foto: Divulgação/PC

A Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de Santa Catarina, divulgou nesta quarta-feira, 14, os resultados obtidos em 2017, considerados os mais expressivos dos últimos anos. Em comparação ao ano de 2016, em 2017 houve um crescimento de 126% do número de prisões em flagrante e 77% decorrentes do cumprimento de mandados de prisão, totalizando 546 pessoas retiradas do convívio social, representando o número de 259 prisões a mais em comparação ao ano anterior. 

Foram cumpridos 422 ordens de busca e apreensão em 2017 expedidas pelo Poder Judiciário, decorrentes de representações realizadas pela Deic, o que revela o intenso trabalho de investigação realizado pelos grupos da Diretoria. 

Já em relação ao combate aos furtos, roubos e receptações de veículos automores, a Deic recuperou 36% a mais do que 2016, representando um acréscimo de 109 veículos e um montante próximo dos R$ 12,9 milhões, conforme tabela Fipe. A polícia catarinense é referência nacional na recuperação de veículos, apresentando o índice de 65,9% em 2017, sendo um dos melhores do país. No mesmo período, houve crescimento de 150% das apreensões de armas de fogo e 33% de munições. 

No que tange ao combate ao narcotráfico, foram realizadas as maiores apreensões de drogas já registradas em território catarinense, resultando num aumento de 266% em relação ao ano de 2016, correspondendo na ordem de R$ 25 milhões em drogas retirados de circulação, enfraquecendo assim às organizações criminosas. 

Visando apreender bens, valores e direitos alcançados com o crime, bem como o combate a lavagem de dinheiro, em 2017 foram apreendidos e/ou sequestrados mais de R$ 13,2 milhões, entre valores em espécie/depositados em contas bancárias, veículos automotores e bens imóveis. Nesse último ano tivemos um acréscimo de mais R$ 1,7 milhão em comparação ao ano de 2016.

Sobre a repressão aos crimes da era digital, a Deic com apoio e suporte da delegacia geral da Polícia Civil, desde os primeiros meses de 2017,  possui uma equipe dedicada especialmente para a função. Nos próximos dias deverá ser formalizada a criação da DRCI – Divisão Repressão aos Crimes de Informática no âmbito da Deic.

Parcerias

A Deic com atribuição em todo o território catarinense possui como foco o enfrentamento às associações e organizações criminosas, à macrocriminalidade e ainda, às investigações de alta complexidade, por meio das especializadas: Laboratório e Divisão de Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), Divisão de Crimes Contra o Patrimônio Público (DCCPP), Divisão de Roubos e Antissequestro (Dras), Divisão de Defraudações (DD), Divisão de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e ainda, da Divisão Especializada de Combate ao Narcotráfico (Denarc).

Visando reprimir, de forma qualificada, a criminalidade, a Deic reforçou ao longo de 2017 as parcerias com as delegacias de polícia da ponta, especialmente com as Divisões de Investigações Criminais (DIC’s), Divisão de Inteligência da Polícia Civil (DIPC), Diretoria de Informação e Inteligência (Dini). Além da Secretaria da Segurança Pública (SSP), Diretoria de Inteligência e Informação (DINF), Secretaria de Justiça e Cidadania (SJC), Receita Federal do Brasil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Fazenda Estadual de Santa Catarina, Tribunal de Contas de SC, Rede LAB (Laboratório de Lavagem de Dinheiro), Rede de Controle da Gestão Pública de Santa Catarina, Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp)/MP, Poder Judiciário e Ministério Público.
Fonte: Governo do Estado
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