Saúde - 12/06/2018 21:29 (atualizado em 13/06/2018 08:09)

Gripe: 12,7 mil pessoas têm até sexta-feira para se vacinar

Crianças e gestantes são os grupos com menor adesão à vacina, oferecida apenas ao público-alvo; caso sobrem vacinas, público-alvo será ampliado
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O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (12) que 12,7 milhões de pessoas que fazem parte do público-alvo ainda não se vacinaram contra a gripe. A campanha nacional de vacinação vai até esta sexta-feira (15).

Caso sobrem vacinas ao final da campanha, o governo informou que pretende ampliar o público-alvo para crianças de 5 a 9 anos e adultos entre 50 e 59 anos.

Por enquanto, o direito à vacina se restringe a crianças de seis meses a até 5 anos e adultos acima de 60 anos. Também fazem parte do atual público-alvo indígenas, pessoas privadas de liberdade, incluindo jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional, pessoas com comorbidades, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto).

Segundo o Ministério da Saúde, crianças, gestantes, idosos e pessoas com comorbidades são o público com maior risco de complicações para a doença.

Até 11 de junho foram vacinadas 41,7 milhões de pessoas – a meta do governo é vacinar 54,4 milhões. O público com maior cobertura vacinal até o momento é de puérperas, com 89,7%, seguido pelos professores (88,8%), idosos (84,3%) e indígenas (83,8%).

Entre os trabalhadores de saúde, a cobertura de vacinação ficou em 82,5% e gestantes 64,4%. O grupo com menor índice de vacinação foram as crianças, entre seis meses e cinco anos - a cobertura é de apenas 59,9%.

A escolha dos grupos prioritários para a vacina contra a gripe segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para receber a vacina, que protege contra três tipos de vírus (H1N1, H3N2 e Influenza B), é necessário levar documento de identificação, carteira do SUS e, se possível, carteira de vacinação. Doentes crônicos precisam levar o receituário médico com data dos últimos seis meses e profissionais de saúde e da educação devem levar o holerite ou crachá de identificação.

Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado no dia 2 de junho, havia 2.315 casos registrados e 374 mortes pela gripe no país.

Do total, 1.395 casos e 243 mortes foram por H1N1. Em relação ao vírus H3N2, foram registrados 463 casos e 70 mortes. Além disso, foram 236 registros de influenza B, com 29 mortes e os outros 221 de influenza A não subtipado, com 32 mortes.

Fonte: R7
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