EM FLORIANÓPOLIS - 13/06/2018 13:26 (atualizado em 13/06/2018 13:42)

Projeto desenvolvido com crianças e adolescentes de Maravilha é destaque em congresso

Iniciativa “Minha Vida dá Um Livro” foi idealizada pela equipe da Secretaria de Assistência Social
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Foto: Divulgação/ Fecam
A prefeita de Maravilha, Rosimar Maldaner, e a secretária de Assistência Social, Kathiucya Lara Immig, foram convidadas pela Federação Catarinense de Municípios (Fecam) para apresentar o projeto “Minha Vida dá um Livro” no congresso de prefeitos, realizado em Florianópolis. 

O projeto, desenvolvido pela prefeitura com crianças e adolescentes em situação de acolhimento, ganhou projeção estadual quando foi apresentado no 3º Seminário Estadual de Acolhimento Institucional e Familiar realizado em abril, momento em que foi selecionado para ser mostrado aos prefeitos de todo o Estado e lideranças. 

Idealizado pela equipe da Secretaria de Assistência Social, a iniciativa é inspirada no trabalho do Instituto Fazendo História e envolve crianças, adolescentes, monitoras do abrigo e famílias acolhedoras. “Cada criança e adolescente em medida de acolhimento institucional, seja em família acolhedora ou no abrigo, ganha um álbum livro para contar sua história, sua rotina, seus anseios e suas memórias”, explica Kathiucya.  

“Buscando desenvolver estratégias de cuidado e querendo acolher verdadeiramente quem chega, com a sua história e sua dor, pensando em quão importante é ter o registro daquilo que vivemos ou sentimos, chegamos ao álbum Minha Vida dá um Livro. Registrar a vivência durante o período de acolhimento é evitar que esse tempo, longo ou curto seja um parêntese em branco na vida da criança”, diz.

Foto: Divulgação/ Fecam
Na avaliação da equipe técnica da prefeitura de Maravilha que acompanha as crianças e adolescentes em medida de acolhimento, a quebra da convivência pode trazer sérias implicações ao desenvolvimento e ao comportamento. “Construímos uma página de cada vez, tem a página da árvore genealógica, em que pegamos a certidão de nascimento para trabalhar as informações possíveis, há crianças que pedem para fazer também a árvore da Família Acolhedora, a página das coisas que a criança gosta ou não gosta. As páginas com fotografias que registram bons momentos, a dos medos, a história de como chegou ao acolhimento, a linha da vida, páginas construídas por amigos e as de despedida”, conta.

Outros municípios já manifestaram interesse em desenvolver o projeto, o que, para a prefeita Rosimar, demonstra a vontade em promover políticas públicas que protejam as crianças e adolescentes em situação vulnerável. “Maravilha é a Cidade das Crianças e é com esse sentimento que as ações voltadas para esse público são realizadas. Ser referência no atendimento às crianças em situação de acolhimento é, além de um dever do município, uma valorização da equipe que está atuando e das demais instituições que nos auxiliam, além das famílias que participam destas ações”, diz.


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Fonte: WH Comunicações com informações da Prefeitura de Maravilha
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