REGIÃO - 24/06/2019 14:48

OUÇA: "Teve um período para que nosso produtor se adaptasse" diz presidente de sindicato sobre normativas do leite

Adair Teixeira salienta que treinamentos e assistências técnicas vinham sendo prestados aos produtores associados ao Sindicato desde 2015
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Foto: Ilustração
Em vigor desde o dia 30 de maio, as Instruções Normativas 76 e 77 aumentam as exigências no processo de produção e industrialização do leite. Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o objetivo é de melhorar a qualidade do produto. A IN 76 trata das características e da qualidade do produto na indústria. Na IN 77, são definidos critérios para obtenção de leite de qualidade e seguro ao consumidor e que englobam desde a organização da propriedade, suas instalações e equipamentos, até a formação e capacitação dos responsáveis pelas tarefas cotidianas, o controle sistemático de mastites, da brucelose e da tuberculose. Mas qual será o reflexo na nossa região? 
Foto: Inácio Rohden | WH Comunicações
Em entrevista nesta manhã ao Programa Atualidades da 103FM, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de São Miguel do Oeste, Adair Teixeira, comentou o assunto. Segundo ele, essa é uma preocupação de todas as lideranças. No entanto, Teixeira salienta que treinamentos e assistências técnicas vinham sendo prestados aos produtores associados ao Sindicato desde 2015. 
"Nossos produtores que participaram dos treinamentos não vão ter muitas dificuldades porque estão dentro dessas normativas. O grande problema agora vai ser as agroindústrias que vai ter que fazer todos os exames do leite e passar para o Ministério da Agricultura. Se der três negativas, automaticamente a agroindústria não vai mais carregar o leite do produtor. A tendência é que, cada vez, vamos ter que ter qualidade no nosso produto", menciona.
Ainda segundo o presidente, o Sindicato instalou um laboratório para ajudar os produtores a certificar suas propriedades fazendo os exames de brucelose e tuberculose. Ele reitera que os produtores tem de buscar se atualizar e qualificar cada vez mais o produto que oferece.
"Estamos a disposição para ajudar o produtor. Só quem não quiser mesmo melhorar, vai acabar excluído do processo. Essas normativas foram implantadas em 1999, não é de hoje, então teve um período para que nosso produtor se adaptasse para que cada vez mais o consumidor tenha confiança daquilo que ele está consumindo", menciona.
OUÇA:
Fonte: WH Comunicações / Camila Pompeo
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