Sanidade - 30/10/2019 14:10

“A vacinação contra a febre aftosa no Paraná ajudava a proteger mais aqui”, diz veterinária da Cidasc

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou a suspensão da vacina a partir desta sexta (1)
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A partir desta sexta-feira (1), o Estado do Paraná não precisa mais vacinar o rebanho bovino contra a febre aftosa. A autorização veio no dia 15 de outubro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), só que essa suspensão da vacina deixa o Estado de Santa Catarina em alerta. É o que adianta a veterinária da Cidasc de Maravilha, Raquel Dettmer. 
“Isso mostra que Paraná também está tentando melhorar a parte sanitária, mas se torna um risco porque a vacinação ajudava a proteger mais nosso rebanho aqui em Santa Catarina”, avalia a veterinária. 
Raquel ainda ressalta que mais pessoas estão sendo contratadas no Paraná para reforçar no serviço sanitário, assim como em Santa Catarina. “A gente acaba fazendo mais treinamento e intensificando o trabalho nas barreiras porque o ingresso de bovinos e bubalinos de outros estados continua proibido”, frisa. 
Para que o Estado do Paraná seja reconhecido livre da doença sem vacinação, precisa receber o certificado internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Conforme a veterinária, isso é um processo lento e demora em média 3 anos ou mais. 

Fonte: Cleiton Ferrasso/ WH Comunicações
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