audiência pública - 06/11/2019 15:11 (atualizado em 06/11/2019 16:22)

Demora no pagamento de indenizações em casos de brucelose e tuberculose será debatida em Guaraciaba

Objetivo é discutir eventuais demoras no pagamento de indenizações devidas pelo diagnóstico de brucelose e tuberculose no gado
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Bancada do Oeste reunida nesta quarta-feira na Alesc / Foto: Eduardo G. de Oliveira/Agência AL

A Bancada do Oeste – colegiado formado por parlamentares que têm base eleitoral na região – esteve reunida nesta quarta-feira (6) na Alesc. Entre os assuntos tratados estava o Projeto Recolhe e foram agendadas duas reuniões técnicas para tentar viabilizar financeiramente o projeto, que coleta as carcaças de animais mortos nas propriedades e dá uma destinação adequada. Os encontros estão marcados para esta sexta-feira (8) em Concórdia, às 9h, e Maravilha, às 16h.

Outro assunto é sobre brucelose e tuberculose. A Câmara de Vereadores de Guaraciaba solicitou à bancada do Oeste a realização de uma audiência pública para discutir eventuais demoras no pagamento de indenizações devidas pelo diagnóstico de brucelose e tuberculose no gado. A bancada aproveitou que a Comissão de Agricultura da Assembleia tinha reunião marcada também para a manhã desta quarta-feira (6) e já apresentou o pedido, que foi aprovado. A audiência está marcada para o dia 29 de novembro, às 9h, em Guaraciaba. O local ainda não foi definido.

Santa Catarina é o único Estado brasileiro que indeniza criadores que têm o gado contaminado por estas doenças. O deputado Moacir Sopelsa (MDB), que já foi secretário de Estado da Agricultura, afirmou que habitualmente os valores são pagos em até seis meses. “Tem quem diga que está há dois anos para receber a indenização. Se está há tanto tempo é porque deve ter algum problema legal”, avaliou o parlamentar. “Quando os produtores têm a origem dos animais, a questão é feita dentro da legalidade, não deve passar de seis meses o pagamento”, completou.

Santa Catarina não vacina contra brucelose e tuberculose, ao contrário da maioria dos Estados brasileiros. Segundo Sopelsa, ainda assim os índices de incidência são muito pequenos. “Nós definimos que não vamos vacinar porque entendemos que com esse trabalho chegaremos num momento em que seremos considerados livres destas doenças”, afirmou.

Fonte: Redação WH Comunicações / Silvana Ruschel, com informações da Alesc
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