vegetação - 16/09/2020 10:25 (atualizado em 16/09/2020 10:28)

Agronegócio e ONGs ambientais apresentam ações para reduzir o desmatamento na Amazônia

Texto foi assinado por 230 entidades
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Em um documento publicado na terça-feira (15), 230 representantes do agronegócio, de ONGs ambientais, do setor financeiro, da sociedade civil e da academia listam medidas para reduzir, de forma rápida, o desmatamento na Amazônia Legal.

Os autores listam 6 ações para frear a retirada da vegetação:

-Retomar e intensificar a fiscalização, com responsabilização dos infratores;
-Suspender registros do Cadastro Ambiental Rural (CAR) que estejam em florestas públicas, com responsabilização por desmatamentos ilegais;
-Destinar 10 milhões de hectares (100.000km²) à proteção e ao uso sustentável;
-Conceder financiamentos sob critérios socioambientais;
-Obter transparência, junto aos os órgãos de meio ambiente estaduais, nos dados sobre autorização de supressão de vegetação;
-Suspender os processos de regularização fundiária de imóveis com desmatamento após julho de 2008.

O texto é assinado pela Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, que reúne entidades e empresas como a WWF Brasil, a Unilever, a Youth Climate Leaders e associações do agronegócio.

"A Coalizão Brasil coloca-se inteiramente à disposição do governo, seja para prover informações, ajudar nas articulações com diferentes setores, ou outro tipo de apoio que possa acelerar a solução deste grave cenário", diz o texto.

Desmatamento histórico
Em agosto, a Amazônia Legal registrou, segundo dados de satélite do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), uma área de 1.359 km² sob alerta de desmatamento. É o segundo maior número para o mês nos últimos cinco anos, de acordo com o levantamento histórico dos satélites, que são de responsabilidade do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério da Ciência e da Tecnologia (MCTIC).

Segundo dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgados na terça (15), os alertas de desmatamento no bioma subiram 68% em agosto deste ano na comparação com o ano passado. O instituto afirma que é o pior mês de agosto verificado nos últimos 10 anos de monitoramento.

Fonte: G1
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