Segundo Kelin, que está há cerca de sete meses à frente da UPA, o período tem sido marcado por reestruturação, organização interna e melhorias nos serviços prestados. “Estamos dando continuidade aos atendimentos com novos desafios e implantando processos para qualificar ainda mais o serviço à população”, destacou.
A unidade atende entre 170 e 220 pessoas por dia, funcionando 24 horas com portas abertas para toda a população, inclusive de municípios vizinhos — embora cerca de 90% dos atendimentos sejam de moradores de São Miguel do Oeste.
Para dar conta da demanda, a UPA ampliou o quadro de profissionais, contando atualmente com 22 profissionais de enfermagem, além de médicos em regime de plantão contínuo. Até a meia-noite, dois médicos realizam atendimentos simultaneamente, enquanto no período da madrugada permanece um profissional.
Exames e diagnóstico rápido
Classificação de risco organiza atendimentos
De acordo com os dados, cerca de 70% dos atendimentos são considerados de menor urgência, o que impacta diretamente no tempo de espera. “Casos mais graves têm prioridade, o que pode gerar demora para pacientes com menor risco”, ressaltou Kelin.
Orientação à população sobre o fluxo de atendimento
Apesar disso, ela enfatiza que nenhum paciente é recusado. “Todos que procuram atendimento são acolhidos, sem julgamento. Sabemos que quem vem até a unidade realmente precisa”, afirmou.
Foco na humanização e melhoria contínua
A unidade também passa por adequações estruturais e melhorias exigidas por órgãos de vigilância, além do fortalecimento dos processos internos.
“Nosso compromisso é transformar a demanda em resposta, os desafios em melhorias e oferecer um atendimento com qualidade, respeito e responsabilidade”, concluiu a diretora.