
O Inter vai para o Gre-Nal com uma dúvida a mais do que tinha antes de enfrentar o Remo. E com a pressão de ainda não ter vencido no Brasileirão. O empate em Belém mantém a equipe na zona de rebaixamento. Agora, porém, o foco é a final do Gauchão e a busca pelo bi.
Sobre isso, aliás, o técnico Paulo Pezzolano repetiu o discurso das outras vezes. Afirmou que o Grêmio chega melhor para o clássico:
— Como falei outro dia, faz 20, 25 dias, os favoritos eram eles. Contrataram muito, têm grandes jogadores, têm treinador com experiência, com 20 anos mais do que eu. É uma realidade. Não falo para passar a responsabilidade, o Inter tem a responsabilidade de ganhar o jogo também, pela história, pela grandeza, mas falo por momento.
Para o jogo de domingo (1º), o desgaste não preocupa. Ao menos foi o que demonstrou Paulo Pezzolano. O time teve força máxima e quase todos jogaram mais de 70 minutos. Em um campo pesado, na chuva e no calor.
A única mudança prevista para o clássico é no meio-campo. Ronaldo não jogou por não estar 100%, tinha passado mal antes da partida. De resto, a tendência é de repetição da equipe, inclusive com Aguirre na lateral.
— Para mim, Aguirre é titular. Bruno Gomes pode ser volante ou lateral — explicou Pezzolano.
Entre os jogadores, o discurso é de motivação. Bernabei declarou:
— As pessoas te fazem saber o que significa um Gre-Nal para a torcida e para o clube. Me sinto identificado. São 180 minutos e vamos tentar fazer o melhor.
A delegação colorada volta de Belém nesta quinta-feira. Treinará na sexta e no sábado. No domingo, abre a decisão do Gauchão.