VIVA BEM - 15/10/2021 15:07

VIVA BEM: como a alimentação interfere na saúde do corpo

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Keli Raquel Secchi – Nutricionista Clínica / Divulgação

No dia 16 de outubro é comemorado o dia mundial da alimentação. A data nos faz refletir sobre a nutrição no mundo e a forma com que estamos cuidando da nossa saúde. O que você coloca no prato em cada refeição? Você já parou para pensar se os alimentos que você está consumindo estão nutrindo o seu corpo? Se não, talvez seja hora de repensar sobre isso! Não estamos falando de peso, estamos falando sobre SAÚDE.

A frase - “você é aquilo que você come”, tem a ver com qualidade de vida. Somado a outros hábitos saudáveis, uma alimentação rica em nutrientes promove não somente longevidade, mas também felicidade.

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Uma alimentação saudável é mais do que cuidar do que se come por um período de tempo, é um estilo de vida. É saber equilibrar, comer o que é suficiente e necessário para o seu organismo.

Todo ano a Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO) define um tema que envolve a segurança alimentar e nutricional. A Segurança Alimentar e Nutricional tem por definição assegurar o direito de todos ao acesso a alimentos de qualidade, em quantidade adequada sem comprometer outras necessidades essenciais. A partir de hábitos alimentares que proporcionem saúde, considerando as diferentes culturas e a sustentabilidade.

Este ano, a Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO) definiu como tema "as nossas ações são o nosso futuro". Para começarmos aplicando em nossa rotina esses princípios, tem algumas dicas que podem te ajudar a ter uma vida mais saudável e evitar problemas futuros:

- Escolher frutas, legumes e verduras da época. São mais nutritivos e acessíveis economicamente. Você também poderá comprar do agricultor local incentivando o comércio da sua cidade e região;

- Realizar o aproveito integral de alimentos. Ou seja, utilizar sementes, talos, folhas e cascas que comumente descartamos e são comestíveis, irão proporcionar acréscimo de nutrientes e evitar desperdícios;

- Priorizar alimentos in natura e minimamente processados a base de sua alimentação, como arroz, feijão, mandioca, batata, legumes, verduras, frutas, carnes, ovos, leite são alguns exemplos;

- Moderar o consumo de alimentos processados como conservas, pães, queijos, compotas de frutas, por exemplo;

- Evitar o consumo de produtos ultra processados como macarrão instantâneo, bolachas recheadas, salgadinhos de "pacote", pois além do acréscimo de substâncias de uso exclusivo da indústria (sal, gordura, açúcares) que não agregam nutrientes de qualidade, eles desfavorecem a cultura e o meio ambientes pelo modo de produção e comercialização;

- Reduzir o uso de gorduras/óleos, sal e açúcar. Eles devem ser usados com cautela, apenas para complementar o sabor de receitas baseada em alimentos in natura ou minimamente processados. Tente apreciar o sabor natural dos alimentos.

A alimentação baseada em produtos ultra processados – ricos em calorias, sal, açúcar, aditivos químicos, corantes, conservantes e gorduras, aumenta o risco de deficiência nutricional, além de estar associada ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e outras doenças crônicas.

Baseado nessas orientações, consequentemente, você estará promovendo hábitos alimentares saudáveis e colaborando para manutenção e/ou prevenção de sua saúde.

Hospital Regional Terezinha Gaio Basso de São Miguel do Oeste
Keli Raquel Secchi – Nutricionista Clínica - CRN 10/7222
Diretora técnica - Katia Bugs – médica - CRM 10375 – Nefrologista - RQE 5333

Fonte: Ascom Hospital Regional
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