
Renato Portaluppi é o novo técnico do Fluminense. A informação, divulgada pelo Ge.Globo, é de que treinador e clube chegaram a um acordo nesta quinta-feira (3). Esta será a sexta passagem de Renato pelas Laranjeiras.
Na última quarta-feira (2), uma reunião já havia sinalizado um acerto entre as partes. Os últimos ajustes foram feitos, e a contratação foi confirmada.
O Fluminense estava sem técnico desde a saída de Mano Menezes. A demissão aconteceu após derrota para o Fortaleza, na estreia do Brasileirão, no último fim de semana.
A intenção do Fluminense é de que Renato assuma o comando imediatamente. Se isso acontecer, o treinador já estará à beira do campo na partida do domingo (6), contra o Bragantino, pela segunda rodada do Brasileirão.
Último trabalho de Renato foi no Grêmio
O trabalho mais recente de Renato foi justamente no Grêmio. No final de 2024, após camapanha ruim no Campeonato Brasileiro (o Tricolor foi o 14º), teve sua saída confirmada pela direção, que optou por não renovar o contrato.
A última passagem foi marcada por polêmicas. Renato voltou ao clube para confirmar o retorno à Série A, em 2022. Venceu os Estaduais de 2023 e 2024, mas foi mal no Campeonato Brasileiro, lutando contra o rebaixamento em boa parte da competição.
Renato Portaluppi vai para a sexta passagem no comando do Fluminense. Entre 2002 e 2003, foi técnico por duas vezes, com uma curiosidade: chegou à semifinal do Brasileirão e, no ano seguinte, já nos pontos corridos, fazia campanha ruim e foi demitido. Três meses depois, foi recontratado, com o time em situação ainda pior na tabela.
A passagem mais vitoriosa aconteceu em 2007. Renato chegou ao clube após um período no Vasco e, no mesmo ano, conquistou a Copa do Brasil sobre o Figueirense. O título garantiu vaga na Libertadores de 2008. O Fluminense chegou à final, mas perdeu nos pênaltis em pleno Maracanã para a LDU.
As duas passagens mais recentes pelas Laranjeiras, no entanto, não foram marcantes. Em 2009, Renato permaneceu apenas dois meses no cargo. Na última vez em que esteve no clube, em 2014, a saída também foi rápida: foram apenas três meses no comando.