
A
Cresol Evolução vai investir mais de R$ 300 mil em 58 projetos na sua área de
atuação através do Fundo Social deste ano. O programa apoia financeiramente
iniciativas voltadas à educação, cultura, esporte, saúde, meio ambiente e
inclusão social.
O
Fundo Social é abastecido anualmente com uma parte dos resultados financeiros
obtidos pela própria cooperativa. A existência do fundo é prevista em estatuto
e aprovada pelos próprios associados em assembleia. Anualmente, 5% do resultado
financeiro líquido obtido pela cooperativa é destinado diretamente para o Fundo
Social. Dessa forma, quanto mais a cooperativa cresce e se fortalece, mais
recursos retornam para a comunidade. Para participar, cada instituição pôde
cadastrar uma proposta conectada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
(ODS). O resultado prático desse auxílio foi definido pelo conselho da
cooperativa após um processo de inscrição e avaliação das propostas de
entidades locais, que receberam repasses entre R$ 1.000 e R$ 7.000.
Para
o presidente da Cresol Evolução, Geovane Giebelmeier, essa distribuição de
recursos traduz o modelo de negócio da cooperativa. “Essa é a nossa essência:
buscar transformar realidades e dar um retorno de verdade para o associado e
para a comunidade onde nós vivemos e trabalhamos”, destaca.

Além
do Fundo Social, a cooperativa mantém uma série de outras frentes focadas no
desenvolvimento regional. Segundo o coordenador de relacionamento, Vanderlei
Urbano Festner, ver o impacto desse trabalho é o que mais motiva a equipe. “É
uma alegria enorme poder contemplar tantos projetos e manter esse olhar
cuidadoso para as nossas entidades. O Fundo Social é muito importante, mas ele
faz parte de um conjunto de programas que levamos para as comunidades, como os
projetos de educação financeira para crianças, formação de lideranças jovens e
o incentivo ao empreendedorismo feminino”, explica Festner.
Essa
iniciativa materializa o pilar social do cooperativismo e é através dele que se
tornam possíveis ações de grande impacto humano e social, como a estruturação
de bancos ortopédicos para empréstimo de equipamentos de acessibilidade,
melhorias na infraestrutura de espaços comunitários e associações, além da
compra de equipamentos essenciais para entidades de saúde, educação e segurança
pública.