

O Plano Municipal de Turismo é um instrumento de planejamento que orienta o desenvolvimento do turismo no município, definindo prioridades, estratégias e ações para os próximos anos. Em Maravilha, o último plano vigorou de 2019 a 2023 e permaneceu como referência para as ações municipais. A elaboração de um novo planejamento conta com novo diagnóstico, nova escuta comunitária, revisão das prioridades e construção de novas metas e ações.
A metodologia prevê três grandes seminários participativos, estruturados para concentrar as etapas de diagnóstico, construção de propostas e priorização.
Após a execução dos dois primeiros seminários, será feita a sistematização das contribuições e a elaboração da versão preliminar do plano de ação.
No terceiro e último seminário, marcado para 22 de setembro no auditório do Centro Municipal de Cultura, está prevista a etapa de validação do plano. Na oportunidade, a comunidade irá conhecer o que foi incorporado e poderá conferir se as prioridades debatidas estão representadas, além de contribuir com ajustes finais. “Somente depois dessa validação e das adequações técnicas será consolidada a versão final do Plano Municipal de Turismo”, afirma a equipe responsável.
Após a conclusão da etapa participativa, o trabalho avança na sistematização, redação, validação e entrega final ainda em 2026. A implementação terá início a partir da aprovação do documento, com a definição de prioridades de curto, médio e longo prazo.
O trabalho contempla ainda o levantamento e a análise de diversos dados sobre o município, sua oferta turística, infraestrutura, mercado, governança e oportunidades de desenvolvimento. Além dos seminários, irão ocorrer reuniões e visitas técnicas, consultas ao COMTUR, contatos com empreendedores e levantamento de informações. Portanto, os três seminários são os principais encontros públicos do processo de participação e análise.

Para Tânia, a avaliação do primeiro seminário é muito positiva. “O encontro demonstrou o interesse da comunidade em participar da construção do futuro do turismo de Maravilha e reuniu diferentes olhares, experiências e setores. Foi um momento importante para apresentar o processo, reconhecer o que já foi construído, refletir sobre a identidade de Maravilha como Cidade das Crianças e iniciar um diagnóstico coletivo das potencialidades, fragilidades e oportunidades do município”. A gestora acrescentou que, além da quantidade de participantes, se destacou a qualidade das contribuições e a disposição para construir uma visão compartilhada. “O primeiro seminário cumpriu a função de mobilizar, informar e abrir o diálogo; agora, as próximas etapas aprofundarão as propostas e prioridades”. complementa.

“Acredito que o primeiro seminário foi muito importante para ouvir diferentes opiniões e ideias da sociedade sobre o turismo de Maravilha. Foi interessante perceber a união de pessoas com o mesmo objetivo de contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento do turismo no município.
Foram apresentadas várias ideias e possibilidades que podem ser trabalhadas nos próximos anos. Espero que os encaminhamentos definidos sejam colocados em prática e que o novo Plano Municipal de Turismo seja construído de forma participativa.
Tenho uma expectativa muito positiva de que Maravilha possa valorizar ainda mais seus atrativos e se tornar um destino turístico cada vez mais conhecido na região”.

“Confesso que já esperava o resultado do primeiro encontro pelo que vem sendo mostrado em termos de dedicação e investimentos direcionados ao setor. A surpresa positiva ao meu ver, foi a participação coletiva, onde estavam representadas inúmeras áreas com a presença de pessoas que têm interesse e visão voltada para o setor de turismo.
Acredito que a consolidação do plano levará a uma estratégia mais completa, programada e visionária por parte do poder público e dos investidores, aumentando a eficiência e o desenvolvimento. Vejo Maravilha com um potencial muito bom, mas com algumas necessidades a suprir, que também precisam de atenção imediata (infraestrutura) e mediata (planejamento, investimentos públicos, malha rodoviária, obras de foco, praças, parques, etc…) e privados (hotelaria, gastronomia e inovações tecnológicas).
