O uso de um medicamento inédito no Brasil para ajudar no tratamento do Alzheimer foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quinta-feira (8). Segundo o órgão, o lecenemabe comercializado com o nome Leqembi, deve ser utilizado por pacientes com comprometimento cognitivo leve e demência leve decorrentes da doença em fase inicial.
O prazo de entrada do remédio contra Alzheimer no mercado depende da Eisai Laborátórios, empresa que cuida do registro. A partir do momento em que for liberado, o tratamento poderá ser distribuído e usado no Brasil.
De acordo com a Anvisa, o tratamento para o remédio contra Alzheimer deverá ser realizado por infusão intravenosa, uma vez a cada duas semanas.
Os estudos em volta do anticorpo monoclonal, que envolveram aproximadamente 1.800 pessoas, revelaram que o remédio pode atrasar o declínio cognitivo, comparado aos pacientes que receberam placebo.

