Segurança - 16/07/2026 09:17 (atualizado em 16/07/2026 09:20)

Operação do GAECO apura crimes sexuais contra adolescentes e compartilhamento de material de abuso em Chapecó

Mandado de busca e apreensão foi cumprido na manhã desta quinta-feira (16). Investigação teve início após denúncia feita por motorista de aplicativo.
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Foto: Gaeco / Divulgação

Mandado de busca e apreensão foi cumprido na manhã desta quinta-feira (16). Investigação teve início após denúncia feita por motorista de aplicativo.

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), por meio do CyberGAECO, deflagrou na manhã desta quinta-feira (16) a Operação "Rota Segura", em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. A ação cumpriu um mandado de busca e apreensão no âmbito de uma investigação que apura possíveis atos infracionais análogos a crimes sexuais, além do armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

De acordo com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a investigação teve início após uma empresa de transporte por aplicativo comunicar às autoridades uma situação considerada suspeita.

Segundo as informações, um motorista parceiro identificou um possível risco envolvendo duas adolescentes durante uma corrida e acionou a plataforma. A empresa, por sua vez, repassou as informações aos órgãos competentes, dando início às apurações.

As diligências permitiram identificar dois adolescentes residentes em Chapecó, apontados como supostos envolvidos nos fatos investigados.

Durante a investigação, também foram localizadas comunicações que indicam o possível compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil por meio de um perfil vinculado a um dos investigados.

Nome da operação faz referência à denúncia

Conforme o Ministério Público, o nome "Rota Segura" foi escolhido em referência à atuação do motorista de aplicativo, cuja iniciativa foi considerada fundamental para impedir uma possível situação de vulnerabilidade envolvendo as adolescentes e permitir o início da investigação.

O MPSC destacou ainda que a operação reforça o trabalho desenvolvido pelo CyberGAECO no combate aos crimes cibernéticos praticados contra crianças e adolescentes.

A investigação tramita sob sigilo judicial. Segundo o Ministério Público, novas informações serão divulgadas somente após autorização da Justiça.

Fonte: WH3 com MPSC
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