
Por meio do Núcleo de Enfrentamento a Violências e Apoio às Vítimas (NEAVIT), o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) avança na ampliação da rede de atendimento às vítimas de violência no Extremo Oeste catarinense. Na manhã desta terça-feira (8), a Promotora de Justiça Raquel Marramon da Silveira, Coordenadora Regional do NEAVIT em Maravilha, se reuniu com autoridades do poder público municipal para apresentar o Núcleo e formalizar a definição de sala localizada ao lado da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI), na Av. Sul Brasil, como espaço físico que abrigará o serviço no município. Além disso, foram apresentadas algumas ações iniciais em parceria com a CDL e Associação Empresarial de Maravilha.
O encontro realizado na prefeitura do município foi conduzido pela Promotora de Justiça Raquel Marramon da Silveira, e contou com a presença do chefe do Poder Executivo Municipal, Vinicius Ventura, e autoridades da Procuradoria Geral do Município, a Secretaria de Assistência Social Ana Paula de Oliveira e o presidente da CDL e Associação Empresarial de Maravilha, Celso Broetto.
“Com uma estrutura especializada no atendimento humanizado e multidisciplinar a pessoas vítimas de crimes cometidos com violência ou grave ameaça, o NEAVIT vem para fortalecer a rede de proteção e qualificar o suporte às vítimas na nossa região. Um ponto central para a definição da sala anexa à DPCAMI é evitar que a vítima ou o seu familiar tenha que se deslocar e passar por vários locais até encontrar informações, acolhimento e escuta qualificada”, avaliou a Promotora de Justiça Raquel Marramon da Silveira.
Titular da 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Maravilha, ela já está atuando como Coordenadora Regional do NEAVIT. Além da unidade em Maravilha, no Extremo Oeste novas estruturas regionais do NEAVIT devem entrar em funcionamento em breve em São Miguel do Oeste e em São Lourenço do Oeste.
"Nossa articulação em Maravilha tem envolvido o poder público e a sociedade civil, evidenciado a importância de todos os atores sociais no enfrentamento à violência, especialmente quando se trata de grupos mais vulneráveis", declarou a Promotora de Justiça Raquel Marramon da Silveira.
- acompanhamento, quando necessário;
- esclarecimentos sobre o andamento de processos;
- apoio psicológico e social;
- inclusão em programas sociais;
- encaminhamento para serviços de saúde, assistência social e segurança pública;
- acolhimento e escuta qualificada.

