
A premiação no KINOX teve um significado especial por marcar também a estreia nacional de Violeta. Além de interpretar a protagonista, conduzindo a narrativa diante da câmera em um trabalho centrado em sua interpretação, Bi Naluna assina a direção do curta e é corroteirista ao lado de Felipe Dagort. O filme aborda a experiência da perda gestacional através de uma linguagem poética e intimista.
O outro reconhecimento recente veio de Santa Maria (RS), onde Bi Naluna recebeu o Prêmio Evandro Behr – Oscar da Cultura, na categoria Cinema, em homenagem à sua trajetória artística. A cidade ocupa um lugar importante em sua formação e atuação profissional: Bi é formada em Direção Teatral e Interpretação Teatral pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e dirige a RAMA, produtora cultural sediada em Santa Maria que há 17 anos desenvolve e realiza projetos artísticos e culturais no Brasil e no exterior.
“Receber esses dois prêmios em um intervalo tão próximo é muito especial porque eles olham para dimensões diferentes do meu trabalho. O Troféu Manoelita de Inox reconhece meu trabalho como atriz em Violeta, um filme profundamente importante para mim porque fala sobre o luto gestacional, enquanto o Prêmio Evandro Behr - Oscar da Cultura olha para minha trajetória como artista, construída ao longo de muitos anos e em diferentes territórios. É muito emocionante viver esses reconhecimentos e, especialmente, poder compartilhar esse momento com Maravilha, cidade em que cresci, onde Violeta nasceu e onde hoje desenvolvo uma parte muito importante da minha criação artística”, afirma Bi Naluna.
Violeta é uma produção da RAMA Arte e Cultura, com coprodução da AMMA, realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo através da Prefeitura Municipal de Maravilha. O curta é distribuído internacionalmente em festivais pela Premiere Film, da Itália.

