O número de urnas eletrônicas substituídas durante o primeiro turno das Eleições 2026 chegou a 1.544 em todo o Brasil até as 15h30 deste domingo (4), conforme o terceiro boletim divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As substituições representam 0,28% das 499.248 urnas utilizadas diretamente na votação. Outros 50.038 equipamentos permaneciam disponíveis como contingência para eventuais trocas.
Apesar das ocorrências, até o horário do balanço nenhuma seção eleitoral havia precisado recorrer à votação por cédulas de papel.
Urnas de contingência garantem continuidade da votação
Quando uma urna apresenta problema que impede a continuidade da votação, a Justiça Eleitoral pode substituí-la por um equipamento de contingência.
A substituição não invalida os votos registrados anteriormente. O processo eleitoral prevê mecanismos para preservar os dados e permitir que os eleitores seguintes continuem votando normalmente.
A Justiça Eleitoral não detalhou, no balanço das 15h30, os motivos de cada uma das substituições realizadas pelo país.
Caso os procedimentos de contingência não sejam suficientes para restabelecer o sistema eletrônico, a legislação prevê a possibilidade de votação por cédulas de papel como último recurso. Até o boletim da tarde deste domingo, essa alternativa não havia sido necessária.

