
Os eleitores brasileiros voltarão às urnas no dia 25 de outubro, um domingo, para o segundo turno das Eleições 2026. A nova votação definirá o próximo presidente da República e também os governadores de sete unidades da Federação.
Na disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) avançaram para o segundo turno após nenhum candidato alcançar mais da metade dos votos válidos neste domingo (4).
No exterior, onde brasileiros também participam da eleição, a votação do segundo turno será exclusivamente para presidente e vice-presidente da República.
Sete disputas estaduais terão segundo turno
Além da eleição presidencial, eleitores de Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins voltarão às urnas para definir seus governadores.
Confira os confrontos:
Acre: Mailza Assis (PP) x Alan Rick (Republicanos)
Amazonas: Omar Aziz (PSD) x Professora Maria do Carmo (PL)
Distrito Federal: Celina Leão (PP) x Leandro Grass (PT)
Espírito Santo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) x Ricardo Ferraço (MDB)
Rio de Janeiro: Douglas Ruas (PL) x Eduardo Paes (PSD)
Rio Grande do Norte: Allyson (União) x Cadu de Lula (PT)
Tocantins: Professora Dorinha (União) x Vicentinho Júnior (PSDB)
Nessas unidades da Federação, nenhum candidato ao governo alcançou mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.
Por isso, os dois mais votados seguem para a segunda votação.
Votação será das 8h às 17h
Conforme o calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral, o segundo turno será realizado em 25 de outubro, com votação das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
Em todo o Brasil, os eleitores votarão para presidente e vice-presidente. Nos sete locais onde a eleição estadual permanece indefinida, haverá também a escolha para governador e vice-governador.
Nos demais estados, incluindo Santa Catarina, a votação terá apenas a disputa presidencial, já que o cargo de governador foi definido no primeiro turno.
Em Santa Catarina, Jorginho Mello (PL) garantiu a reeleição neste domingo, sem necessidade de uma segunda votação.

