“Quarentena do petróleo” - 04/01/2026 19:11

EUA mudam o tom e afirmam que não vão governar a Venezuela

Declaração do secretário de Estado americano, Marco Rubio, contraria o presidente Donald Trump, que afirmou que os EUA controlariam a Venezuela por tempo indeterminado
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Marco Rubio é secretário de Estado americano (Foto: Redes sociais, Reprodução)

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse, neste domingo (4), que os Estados Unidos não pretendem governar diretamente a Venezuela, diferentemente do que havia dito o presidente Donald Trump, depois das ações militares que capturaram o presidente Nicolás Maduro. Segundo Rubio, os EUA continuarão a impor uma “quarentena do petróleo” sobre o país. Com informações do g1.

A medida já estava em vigor sobre navios-tanque sancionados antes mesmo de Maduro ser capturado no sábado (3). Rubio afirmou ao programa Face the Nation, da CBS, que a quarentena será usada como instrumento de pressão com o objetivo de promover mudanças de política no país venezuelano.

— Nós mantemos essa quarentena e esperamos ver mudanças, não apenas na forma como a indústria do petróleo é administrada em benefício da população, mas também para que se interrompa o tráfico de drogas — disse.

Para Rubio, “é esse o tipo de controle” a que o presidente Donald Trump se refere quando disse que os EUA passariam a “administrar a Venezuela por tempo indeterminado. Ainda no sábado, o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela ordenou que a vice-presidente Delcy Rodríguez assumisse a presidência interina do país por 90 dias.

Onde está Maduro?

A ação militar teve como objetivo retirar do país Nicolás Maduro, que foi levado a uma unidade de detenção em Nova York. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que uma ação das forças americanas capturou neste sábado (3) o presidente da Venezuela. A informação foi publicada em uma rede social depois que explosões foram ouvidas na capital Caracas. 

Durante a madrugada, o governo venezuelano chegou a declarar emergência e convocou um plano de mobilização para “derrotar agressão imperialista”, conforme o comunicado. Maduro e a primeira-dama Cilia Flores serão julgados em um tribunal de Nova York, formalmente acusados na Justiça dos EUA pelos crimes de posse de metralhadoras e dispositivos explosivos; conspiração para posse de metralhadores; conspiração para narcoterrorismo; e conspiração para importação de cocaína.

Fonte: NSC
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