alerta - 29/07/2026 16:43 (atualizado em 29/07/2026 17:10)

Investigação da DPCAMI de Maravilha resulta em indiciamento por pornografia infantojuvenil

Diante do caso, delegado reforça alerta aos pais sobre segurança digital
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Foto: Arquivo Líder

Uma investigação conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) de Maravilha resultou no indiciamento de um homem de 37 anos pelo crime de armazenamento de conteúdo envolvendo pornografia infantojuvenil. O caso teve início após a mãe de uma adolescente de 13 anos procurar a Polícia Civil ao verificar o celular da filha e descobrir que ela vinha sendo constrangida por pessoas desconhecidas a enviar fotografias e vídeos de conteúdo íntimo.

Com o avanço das diligências, os policiais identificaram o suspeito no Paraná, onde foi cumprido mandado de busca e apreensão. Durante a operação, o aparelho celular do investigado foi apreendido e, após análise, foi constatada a existência de vasta quantidade de material de pornografia infantojuvenil. O inquérito policial foi concluído neste mês de julho, com o indiciamento do suspeito.

O delegado regional da 31ª Delegacia Regional de Polícia (DPR) de Maravilha e responsável pela DPCAMI da regional, Joel Specht, também gravou um vídeo reforçando o alerta à população. O caso reforça a importância da participação ativa da família na proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual. Além da exploração sexual, crianças e adolescentes podem ser alvo de criminosos que utilizam a internet para praticar extorsão, aliciamento, cyberbullying, incentivar a automutilação ou outras condutas que colocam em risco sua integridade física e emocional.

A Polícia Civil orienta que, diante de qualquer situação suspeita, os pais e responsáveis preservem as mensagens, imagens e demais evidências, evitando apagar o conteúdo, e procurem imediatamente a unidade policial mais próxima para que sejam adotadas as medidas cabíveis.

“A prevenção começa dentro de casa. O diálogo, a supervisão e o acompanhamento constante são as ferramentas mais eficazes para proteger crianças e adolescentes dos perigos do ambiente digital”, destacou Specht.


Fonte: Tamara Finardi/ WH Comunicações/ Líder
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