
Para o diretor do Museu, Carlos Eduardo Rodrigues, essa obra é de suma importância. “Essa ampliação vai melhorar muito a utilização do museu, principalmente do seu terreno. E consequentemente, utilizar melhor o acervo e com isso a melhor disponibilização para as pessoas. A ideia é trabalhar nesse local como um arquivo público da cidade de Maravilha dispondo toda documentação histórica, cartográfica, fotografia, audiovisual e de áudio (fitas e cassetes). O nosso objetivo é transformar esses objetos em arquivo público focando na memória arquivística de maravilha”, explica.
Além disso, o diretor também relata que grande parte das documentações da Companhia Territorial Sul-Brasil – responsável pela venda de terrenos e por formar cidades desde Pinhalzinho até Dionísio Cerqueira – estão no museu. “Essa documentação necessita de um espaço interessante, adequado, que a preserve. Além de ser algo acessível para pesquisadores e demais interessados”, finaliza.


