Saúde - 01/02/2023 23:18

Líderes fazem pacto para reduzir o número de mulheres grávidas vivendo com HIV até 2030

De acordo com a OMS, foram registrados 160 mil novos casos de Aids em crianças no mundo
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Ministros e líderes de 12 países africanos fizeram um pacto para acabar com a Aids em crianças e garantir que gestantes tenham filhos livres de HIV até 2030. A reunião ministerial da Aliança Global para Eliminar a Aids em Crianças ocorreu na Tanzânia e marca um passo importante para o combate ao vírus em crianças.
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), atualmente, em todo o mundo, uma criança morre de causas relacionadas à Aids a cada cinco minutos, enquanto apenas metade das crianças vivendo com HIV utiliza terapias antirretrovirais. O percentual entre adultos é de 76%.
“Vamos trabalhar para impulsionar o progresso nos próximos sete anos, para garantir que a meta de 2030 seja cumprida”, reforçou a OMS.
De acordo com a Organização, em 2021, 160 mil novos casos de infecção por HIV foram registrados em crianças, que respondem por 15% de todas as mortes relacionadas à Aids no mundo, apesar de representarem apenas 4% do total de pessoas vivendo com HIV no planeta.
Aliança Global
Para o vice-presidente da Tanzânia, Philip Mpango, a Aliança Global é a direção certa e não deve permanecer complacentes.
“Precisamos nos comprometer em avançar como um todo, de forma coletiva. Todos nós, dentro de nossas capacidades, devemos ter um papel a desempenhar para acabar com a Aids em crianças”, afirmou.
Além da Tanzânia, as demais nações que firmaram o pacto são Angola, Camarões, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Quênia, Moçambique, Nigéria, África do Sul, Uganda, Zâmbia e Zimbábue. Os pilares de ação incluem:
– testagem precoce, além de tratamento e cuidados ideais para bebês, crianças e adolescentes;
– redução do número de mulheres grávidas e lactantes vivendo com HIV, para eliminar a transmissão vertical do vírus;
– prevenção de novas infecções por HIV entre adolescentes e mulheres grávidas e lactantes;
– debate sobre direitos, igualdade de gênero e barreiras sociais e estruturais que dificultam o acesso aos serviços.

Fonte: ND+
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