Março Lilás - 26/03/2026 13:53

Santa Catarina pode registrar mais de mil casos de câncer de colo do útero por ano

Estado reforça prevenção com vacinação contra HPV e exames durante o Março Lilás
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Santa Catarina pode registrar cerca de 1.030 novos casos de câncer de colo do útero por ano, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça, durante o Março Lilás, a importância da prevenção por meio da vacinação contra o HPV e da realização de exames periódicos.

Considerado o terceiro tipo de câncer mais comum entre mulheres no Brasil (desconsiderando tumores de pele não melanoma), o câncer de colo do útero está diretamente ligado à infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV).

Vacinação é principal forma de prevenção

A vacina contra o HPV é a principal estratégia para evitar a doença e está disponível gratuitamente pelo SUS para:

- Meninas e meninos de 9 a 14 anos

- Jovens de 15 a 19 anos (prazo ampliado até o primeiro semestre de 2026 para quem não se vacinou)

- Pessoas com condições especiais (como imunossuprimidos, transplantados e pacientes oncológicos) até os 45 anos

Diagnóstico precoce salva vidas

Além da vacina, o exame Papanicolau é essencial para detectar alterações nas células do colo do útero antes que evoluam para um câncer.

Nos estágios iniciais, a doença pode não apresentar sintomas. Já em fases mais avançadas, podem surgir:

- Sangramento vaginal anormal

- Corrimento com odor desagradável

- Dor pélvica

Fatores de risco

Especialistas alertam que alguns fatores aumentam o risco de desenvolvimento da doença:

- Infecção persistente por HPV

- Tabagismo

- Múltiplos parceiros sexuais

- Não uso de preservativos

Rede de atendimento em SC

Em Santa Catarina, o tratamento oncológico é realizado em 21 hospitais habilitados, com oferta de consultas, exames, cirurgias e terapias como quimioterapia e radioterapia.

Conscientização no Março Lilás

A campanha Março Lilás busca ampliar a informação e incentivar o cuidado com a saúde da mulher. A orientação das autoridades de saúde é clara: vacinar, realizar exames regularmente e procurar atendimento ao perceber qualquer sinal diferente.

A prevenção e o diagnóstico precoce seguem sendo as principais armas para reduzir casos e salvar vidas.

Fonte: WH3 com Oeste Mais
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