Maravilha em Formação - 16/04/2026 00:23 (atualizado em 16/04/2026 00:35)

Em visita ao Museu Histórico Padre Fernando Nagel, estudantes conhecem cenários das décadas de 60 e 70

Turma do 2º ano do Ensino Fundamental, de Tigrinhos, teve contato com a exposição em exibição
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Foto: Tamara Finardi/ WH Comunicações/ Líder

Com olhares atentos e curiosos, as crianças se depararam com objetos e imagens que, para elas, podem ser novidade, mas que já fizeram parte da vida de muitas pessoas há algumas décadas. A visita ao Museu Histórico Padre Fernando Nagel, em Maravilha, foi repleta de descobertas e não foi diferente para as 14 crianças da turma do 2º ano do Ensino Fundamental do Centro de Educação Professor Ivo Luiz Honnef, de Tigrinhos, que realizaram a visitação ao local na última semana.

Na oportunidade, os estudantes conheceram a exposição “Maravilha em Formação: Registros da Vida Social e Urbana (1960–1970)”. Durante a visita, a professora Juciane Simonetti observava as fotografias expostas junto com os alunos e os instigava a comparar os cenários do passado com a realidade atual, promovendo importantes reflexões. 

Ela destacou a importância desse contato com a história e do resgate da formação das comunidades locais. Além disso, compartilhou que em sala de aula a turma estava trabalhando a temática “Tempo e Memória”, onde conheceram muitos objetos antigos através de imagens, mas com a visita ao Museu, as crianças tiveram a oportunidade de conhecer estes itens de perto.

Foto: Tamara Finardi/ WH Comunicações/ Líder

Exposição

De acordo com o diretor do museu, o historiador Carlos Eduardo Rodrigues, a exposição realizada neste momento, convida o público a percorrer, por meio da fotografia, um período fundamental para a constituição de Maravilha. “Nas décadas de 1960 e 1970, a cidade consolidava-se não apenas em sua estrutura física, mas, sobretudo, nas relações, nos encontros e nas experiências compartilhadas por sua comunidade".
Foto: Tamara Finardi/ WH Comunicações/ Líder

As fotografias em preto e branco estão dispostas de forma a representar esse recorte histórico, com cenários e relações sociais do cotidiano, como festas de família, desfiles de 7 de Setembro, eventos esportivos, carnaval, entre outros. A casa que abriga o museu também é da década de 1960 e, portanto, é testemunha do período retratado na exposição. 

“As imagens aqui reunidas revelam fragmentos do cotidiano, momentos de celebração, práticas sociais e paisagens urbanas que, juntos, compõem a memória de um tempo em constante transformação. São registros que ultrapassam o valor documental, ao capturar gestos, vínculos e modos de vida que ajudaram a dar forma à identidade local”, explica o historiador, responsável pela curadoria e ideia da exposição.

O conteúdo temático deve ficar disponível para visitação até a metade deste ano.

Horários de visitação

Terças às sextas-feiras, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h
Endereço: Avenida Araucária, nº 625
Fonte: Tamara Finardi/ WH Comunicações/ Líder
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