Dos cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisados, quatro apresentaram saldo positivo em Santa Catarina. O setor de Serviços liderou a abertura de vagas, com 7.434 novos postos, seguido pela Indústria (5.525), Construção (2.769) e Comércio (1.945). Apenas a Agropecuária registrou desempenho negativo, com o fechamento de 805 vagas.
No recorte por gênero, as mulheres ocuparam a maioria das vagas, com 8.945 postos, enquanto os homens ficaram com 7.923. Por faixa etária, os jovens de 18 a 24 anos lideraram as contratações, com 6.980 vagas. Já em relação à escolaridade, trabalhadores com ensino médio completo preencheram 10.975 postos.
No Brasil, o mercado de trabalho gerou 228.208 empregos com carteira assinada em março de 2026, resultado de 2,52 milhões de admissões e 2,29 milhões de desligamentos. No acumulado do primeiro trimestre, o país soma 613.373 novas vagas formais. Em 12 meses, entre abril de 2025 e março de 2026, foram criados 1,21 milhão de empregos.
O número de vínculos formais ativos chegou a 49,08 milhões, alta de 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em março, 24 das 27 unidades da Federação tiveram saldo positivo, com destaque para São Paulo (67.876 vagas), Minas Gerais (38.845) e Rio de Janeiro (23.914).
Assim como em Santa Catarina, o setor de Serviços liderou a geração de empregos no país, com 152.391 vagas, seguido por Construção (38.316), Indústria (28.336) e Comércio (27.267). A Agropecuária fechou o mês com saldo negativo de 18.096 postos.
O salário médio real de admissão em março foi de R$ 2.350,83, representando queda de 0,7% em relação a fevereiro, mas alta de 1,8% na comparação com março de 2025.

