
São Miguel do Oeste e Maravilha figuram entre as 100 cidades mais seguras do Brasil, conforme levantamento nacional divulgado recentemente e repercutido pelo deputado estadual e delegado de Polícia Civil, Ulisses Gabriel. O estudo também aponta Santa Catarina como um dos estados com os melhores indicadores de segurança pública do país.
Ao todo, 15 municípios catarinenses aparecem na lista das cem cidades mais seguras do Brasil. Além de São Miguel do Oeste e Maravilha, integram o ranking os municípios de Jaraguá do Sul, Mafra, Guaramirim, Brusque, Braço do Norte, Forquilhinha, Garopaba, Joaçaba, Içara, Santo Amaro da Imperatriz, Itapema, Guabiruba e Gaspar.
O levantamento tem como base o Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil, elaborado pela empresa especializada em dados MySide. A pesquisa utiliza informações oficiais do Ministério da Saúde, por meio do Painel de Monitoramento da Mortalidade, além de dados populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A metodologia considera a taxa de mortes violentas registradas para cada grupo de 100 mil habitantes, permitindo uma comparação entre municípios de diferentes portes e regiões do país. Entre os indicadores analisados estão os registros de homicídios e outras ocorrências classificadas como mortes violentas.
O desempenho alcançado por São Miguel do Oeste e Maravilha reforça a posição do Extremo Oeste catarinense como uma das regiões mais seguras do Estado. Os resultados refletem o trabalho desenvolvido pelas forças de segurança, aliado às ações preventivas e ao envolvimento da comunidade na promoção da segurança pública.
Santa Catarina aparece frequentemente entre os estados com menores índices de violência do Brasil, destacando-se especialmente pelos resultados obtidos em municípios do interior, que apresentam baixos índices de criminalidade e elevada qualidade de vida.
Para lideranças e autoridades da área da segurança pública, o reconhecimento nacional demonstra a importância da integração entre Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Poder Judiciário, Ministério Público, administrações municipais e sociedade civil na construção de cidades mais seguras para a população.

